O
golpe que depôs a presidenta Dilma Rousseff em agosto de 2016 tinha
como objetivo, da mesma forma que o golpe de 1964, impedir a
realização da vontade da maioria do povo e colocar os rumos do país
nas mãos das oligarquias corruptas dispostas a romper com a
legalidade e a legitimidade. (…) a exigência de eleições limpas
e que tenham o seu resultado respeitado deve ser um horizonte
imediato das forças populares e progressistas. No caso das eleições
de 2018, a participação de Luiz Inácio Lula da Silva é condição
primeira para que tenham alguma legitimidade. (…) Condenação sem
provas e prisão que a cada dia se torna motivo de perplexidade para
aqueles que o apoiam e nele querem votar, e de escárnio
internacional, porque se o controle quase absoluto da mídia golpista
pode turvar a real percepção dos fatos, os próprios fatos vão
mostrando que há algo de podre no reino de Moro.quinta-feira, 26 de julho de 2018
As masmorras do juiz Moro têm brechas
O
golpe que depôs a presidenta Dilma Rousseff em agosto de 2016 tinha
como objetivo, da mesma forma que o golpe de 1964, impedir a
realização da vontade da maioria do povo e colocar os rumos do país
nas mãos das oligarquias corruptas dispostas a romper com a
legalidade e a legitimidade. (…) a exigência de eleições limpas
e que tenham o seu resultado respeitado deve ser um horizonte
imediato das forças populares e progressistas. No caso das eleições
de 2018, a participação de Luiz Inácio Lula da Silva é condição
primeira para que tenham alguma legitimidade. (…) Condenação sem
provas e prisão que a cada dia se torna motivo de perplexidade para
aqueles que o apoiam e nele querem votar, e de escárnio
internacional, porque se o controle quase absoluto da mídia golpista
pode turvar a real percepção dos fatos, os próprios fatos vão
mostrando que há algo de podre no reino de Moro.terça-feira, 17 de julho de 2018
sexta-feira, 13 de julho de 2018
quarta-feira, 11 de julho de 2018
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Denúncia do Golpe Eleitoral contra a reeleição de Dilma Rousseff no Brasil
No final do ano passado, a presidenta Dilma, em sua mensagem de encerramento de “Se alguns setores, seja porque motivo for, instilarem desconfiança, especialmente desconfiança injustificada, isso é muito ruim. A guerra psicológica pode inibir investimentos e retardar iniciativas.”
A guerra psicológica é apenas uma parte de um movimento maior de guerra econômica que deve ser denunciada. Os economistas Passos, Cardoso e Brandes do DIEESE em um texto intitulado “A queda dos investimentos privados na economia brasileira nesse início de 2014” demonstram que uma taxa negativa de investimento de 2,1% no primeiro trimestre de 2014 significa que os grandes capitalistas, principalmente os de São Paulo, abstiveram-se de reinvestir o capital acumulado no ciclo anterior.
Sem qualquer compromisso com o país, eles transferiram seus investimentos para os títulos da dívida pública dos Estados Unidos na esperança de que um baixo crescimento do PIB rendesse manchetes ruins ao governo e o forçasse a tomar medidas antipopulares em pleno ano eleitoral.
Declaração IX Seminário Internacional de Lutas contra o Neoliberalismo
da primeira década do século XXI, o que podemos
observar no cenário da luta de classes internacional nos últimos anos?
As últimas décadas do século XX foram testemunhas da defesa enfática
de duas teses: o fim da classe operária e o fim do socialismo.
Sem dúvida a recomposição do aparelho produtivo do capitalismo,
iniciada no pós-Segunda Mundial, alterou significativamente o perfil da
classe operária. O aumento da composição orgânica do capital, com o
crescente aporte de capital constante (máquinas, equipamentos,
matéria-prima) em detrimento do capital variável (força de trabalho) tem
diminuído o emprego formal, criado formas diversas de informalidade e
aumentado o chamado setor de serviços. Assim aumentou em termos
absolutos a classe operária ativa e empregada e também
significativamente o número de desempregados.
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